domingo, 31 de março de 2013
sábado, 30 de março de 2013
Bateria e Louvor.
Louvai-o com os címbalos sonoros; louvai-o com címbalos altissonantes. Salmo 150 v:5.
O versículo acima tem dois itens que me chamam atenção:
1º Címbalos, traduzindo para nossa realidade, pratos de bateria;
2º Altissonantes ou retumbantes que são todos os tipos de tambores, tanto usados na bateria como em percussão.
Esse versículo sempre me chamou atenção, pois naturalmente nos faz entender que DEUS criou todas as coisas. E tudo que foi feito, pode ser usado para Louvor e Gloria dEle, se feito de todo coração.
Então o problema não está no ritmo ou instrumento e sim como você os usa. Se você tem uma banda de rock e sua exclusiva intenção é louvar e adorar de todo coração, você está no caminho certo, mas se sua intenção é fazer o “pessoal pular, agitar, animar", seu foco está errado. Vemos então que conseqüentemente todos os ritmos inclusive o baião, xote, maracatu, afoxé, galope, frevo, ciranda, todas as notas e todos os instrumentos tocados com a intenção correta, DEUS receberá.
Não faz muito tempo, várias pessoas tinham um enorme preconceito com guitarra, percussão e principalmente bateria, (sem falar nos ritmos). Ainda bem que o povo de DEUS está revendo conceitos e tem entendido e aberto portas, pois essa barreira está sendo quebrada.
Para encerrar, gostaria de deixar uma palavra especial para os músicos.
Eu pude experimentar muitas coisas que todos os músicos sonham, grandes eventos, um som profissional, grande público. Mas, quando tudo isso passava, meu coração se enchia de vazio, poderia ter feito um show perfeito para 40 mil pessoas, mas ao entrar no meu quarto e fechar a porta, isso passava a ter valor nenhum. Conseqüentemente, ansiedade, incertezas, decepções eram rotina. Até o dia em que eu resolvi deixar minha vida “totalmente” nas mãos de DEUS, depois desse dia minha vida foi radicalmente mudada, hoje eu vivo a felicidade, não é mais um sonho, a cada semana DEUS tem me dado várias bênçãos, os meus desejos musicais estão sendo realizados, tudo isso porque eu disse SIM a JESUS, se você quer experimentar a verdadeira felicidade, paz e ver sua vida mudada radicalmente, diga JESUS eu entrego minha vida a ti sem reservas!
O versículo acima tem dois itens que me chamam atenção:
1º Címbalos, traduzindo para nossa realidade, pratos de bateria;
2º Altissonantes ou retumbantes que são todos os tipos de tambores, tanto usados na bateria como em percussão.
Esse versículo sempre me chamou atenção, pois naturalmente nos faz entender que DEUS criou todas as coisas. E tudo que foi feito, pode ser usado para Louvor e Gloria dEle, se feito de todo coração.
Então o problema não está no ritmo ou instrumento e sim como você os usa. Se você tem uma banda de rock e sua exclusiva intenção é louvar e adorar de todo coração, você está no caminho certo, mas se sua intenção é fazer o “pessoal pular, agitar, animar", seu foco está errado. Vemos então que conseqüentemente todos os ritmos inclusive o baião, xote, maracatu, afoxé, galope, frevo, ciranda, todas as notas e todos os instrumentos tocados com a intenção correta, DEUS receberá.
Não faz muito tempo, várias pessoas tinham um enorme preconceito com guitarra, percussão e principalmente bateria, (sem falar nos ritmos). Ainda bem que o povo de DEUS está revendo conceitos e tem entendido e aberto portas, pois essa barreira está sendo quebrada.
Para encerrar, gostaria de deixar uma palavra especial para os músicos.
Eu pude experimentar muitas coisas que todos os músicos sonham, grandes eventos, um som profissional, grande público. Mas, quando tudo isso passava, meu coração se enchia de vazio, poderia ter feito um show perfeito para 40 mil pessoas, mas ao entrar no meu quarto e fechar a porta, isso passava a ter valor nenhum. Conseqüentemente, ansiedade, incertezas, decepções eram rotina. Até o dia em que eu resolvi deixar minha vida “totalmente” nas mãos de DEUS, depois desse dia minha vida foi radicalmente mudada, hoje eu vivo a felicidade, não é mais um sonho, a cada semana DEUS tem me dado várias bênçãos, os meus desejos musicais estão sendo realizados, tudo isso porque eu disse SIM a JESUS, se você quer experimentar a verdadeira felicidade, paz e ver sua vida mudada radicalmente, diga JESUS eu entrego minha vida a ti sem reservas!
Relação Baixo e Bateria.
A bateria e o contra-baixo sem sombra de dúvidas são amigos. Para demonstrar esse fato, sempre ao ler esse assunto muitas pessoas usam termos como: (cozinha, a base, goleiro e zagueiro e assim vai).
Isso se deve a tamanha importância que eles tem.
A bateria é um instrumento que possui as três frequências principais (grave, médio e agudo) e o contra-baixo também tem, mas em especial um grave mais profundo.
A bateria é um instrumento que possui as três frequências principais (grave, médio e agudo) e o contra-baixo também tem, mas em especial um grave mais profundo.
Quando esses estam totalmente entrosados numa banda, de longe percebe uma firmeza e preenchimento. Essa descrição é na verdade uma dica para os músicos (ouvir os outros instrumentos), e assim andar todo mundo junto. Se pensarmos como um time, todos os integrantes tem que ir para o mesmo lado.
É um assunto lógico até, por questões técnicas, mas não feito na prática, por isso vemos a quantidade de vídeos, métodos e exercícios explicando e demonstrando.
É uma relação que envolve respeito, amadurecimento e profissionalismo.
O vídeo abaixo, (ao contrário do que muito está sendo tocando e visto ultimamente, que só mostra a parte mecânica e de velocidade), o grande batera: Will Kennedy, mostra a musicalidade, sentimento, maturidade e a beleza de tocar com sensibilidade sem perder a pressão e o swing.
Formas de pegar nas Baquetas
Existem duas formas “básicas” para se pegar nas baquetas: Pegada Tradicional *(Traditional Grip) e Pegada Moderna**(Modern Grip).
| Pegada Moderna |
| Pegada Tradicional |
A Pegada Tradicional é a mais antiga, devido ao seu início ter criada para se tocar em grupos de fanfarra em pé, com a caixa presa a cintura, fazendo com que fosse muito confortável essa forma de tocar. Com o passar das décadas, essa forma foi aplicada na bateria, devido ao costume adquirido, sendo sua influência muito forte no jazz e até a década de 70.
A Pegada Moderna foi desenvolvida a partir da necessidade que os grupos de Rock da década de 60 tinha pela falta de volume(pegada) no som, tão importante ao estilo musical. Em torno disso criou um tabu, de que volume alto, só poderia ser alcançado com a pegada Moderna e que para ritmos lentos ou suaves, a Pegada Tradicional seria a mais indicada.
Mas com o desenvolvimento de uma técnica chamada, Moeller, desenvolvida pelo baterista: Stanford Moeller, esse paradigma foi quebrado. Essa técnica visa o aproveitamento de golpes, proporcionando total conforto, relaxamento e um som muito limpo do instrumento. Hoje é possível ver grandes bateras tocando Rock com a Pegada Tradicional a Exemplo tem: Virgil Donati, Thomas Lang, Jojo Mayer, o próprio Dave Weckl também. Do mesmo modo, ocorre com a Pegada Moderna, hoje vemos bateristas tocando Jazz, dessa forma, a exemplo, temos: Bill Stewart.
Técnica x Musicalidade, Sentimento x Velocidade.
Conseguir todo tipo de informação é muito fácil, pela globalização e pela unificação do mundo pela Internet. O que por um lado é bom, pois encontramos ótimos materiais de muita qualidade. Do outro é ruim, pois do mesmo modo encontramos muitas informações erradas, incoerentes, incompletas.
Essa nova geração tem uma oportunidade única, crescer em meio a tanta modernidade e ao mesmo tempo entender, ver e ouvir o passado. Hoje temos a possibilidade de compreender a formação da nossa história em todas as áreas.
Mas ao invés de termos mais sentimentos e sensibilidade, (falo isso tanto musicalmente, como nos relacionamentos), a “maioria” da juventude tem sido cada vez mais isolada e fechada para si, buscando interesses totalmente pessoais esquecendo-se do próximo.
Musicalmente isso se aplica ao instrumento, os jovens aprendizes de música estão preocupados em aprender a tocar 1000 notas por segundo, em andamentos muito rápidos. Em exercitar muito para ficar cada vez mais veloz e preciso.
Mas a onde entra o sentimento nessa linha entre o desenvolvimento técnico e a musicalidade?
Bom, cheguei à conclusão que os exercícios e a técnica, são apenas um “meio” e não o “fim”, ou seja, é o combustível do carro, é aquilo que possibilita expressar os nossos sentimentos a nossa musicalidade de forma livre, nada mais que isso! Quando toco não penso em exercícios, mas na sonoridade que quero extrair do instrumento em determinada situação.
E não o contrario, a técnica que nos dominar, o que infelizmente é a realidade.
Tem uma frase que me ajudou muito no desenvolvimento musical na bateria: “o que a música está pedindo?”
Quando fazemos essa pergunta estamos respeitando a música, os outros instrumentos. Muitas músicas são preenchidas por completo com apenas um chimbal e bumbo, já há outras que precisam de uma elaboração mais complexa do instrumento.
Resumindo, não podemos ter uma única visão, para cada música a uma abordagem diferente.
Como desenvolver isso?
Como desenvolver isso?
1. Ouvindo BOA música;
2. Fazendo aquela pergunta chave, “o que a música está pedindo?”
3. Respeitando os outros músicos.
Em breve estarei colocando uma grande lista de músicos que servem de referência para todos os instrumentos.
40 Rudimentos
Os Rudimentos são uma parte fundamental no estudo da bateria, pois proporciona possibilidades infinitas de combinações, seja em ritmos, exercícios técnicos, de coordenação de independência, além do enriquecimento na linguagem musical, em viradas, frases e solos. Rudimentos (Manulação)!
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